Coral Santa Bakitha da Raça Negra de Lages - SC

NO DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2003, ÀS 20:00 HORAS, EM SALA DE CATEQUESE ATRÁS DA CATEDRAL DIOCESANA DE LAGES, REUNIU-SE PELA VEZ PRIMEIRA UM GRUPO DE PESSOAS LIGADAS À RAÇA NEGRA DE LAGES DISPOSTAS A RESGATAR TRADICÕES E VALORES DA RAÇA NEGRA, ESPECIFICAMENTE, NO CAMPO MUSICAL. FOI O INÍCIO DE UM CORAL DA RAÇA NEGRA DE LAGES - SC. CONVIDADO O PROFESSOR NÉLSON JACOB BUNN E CLÁUDIO ATHAYDE SCHMITT, ESPOSO DE GECI TERESINHA BARBOSA DE BRITO SCHMIT, A COORDENADORA DO GRUPO, SEDIMENTOU-SE O CORAL DA RAÇA NEGRA DE LAGES.

DENTRE AS PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS, FIRMARAM-SE:

1 - ESCOLHA DE UM NOME PARA O GRUPO.

2 - DEFINIR UMA DIRETORIA

3 - ENCAMINHAR À SOCIEDADE MUSICAL LAGEANA, APÓS DEFINIÇÕES LEGAIS

MÍNIMAS, PLEITO DE SE TORNAR DEPARTAMENTO DA MESMA.

4 - PESQUISAR UM UNIFORME PARA O GRUPO.

5 - DISPONIBILZAR AO REGENTE REPERTÓRIO ADREDE AOS OBJETIVOS ÉTNICOS.

LAGES, 07 DE FEVEREIRO DE 2003.


APÓS VÁRIAS SUGESTÕES COMO: ORQUÍDEA NEGRA, PÉROLA NEGRA, VOZES NEGRAS, VOZES DE ÉBANO ETC OCORREU QUE O PROFESSOR NÉLSON JACOB BUNN DESCOBRIU NA INTERNET E VIA DA REVISTA "PERGUNTE E RESPONDEREMOS" DESCOBRIU A SEGUINTE BIOGRAFIA:

XXII - INSERIR FOTO NÚMERO 01-05 - CORAL SANTA BAKHITA EM MISSA NA CATEDRAL DIOCESANA DE LAGES.

CELEBRAÇÃO LITÚRGICA NA CATEDRAL DIOCESANA DE LAGES POR OCASIÃO DA "CONSCIÊNCIA NEGRA" EM NOVEMBRO DE 2004.


 

NOMINATA DOS MEMBROS FUNDADORES DO CORAL SANTA BAKHITA - RAÇA NEGRA

NOME COMPLETO
R.G.
INGRS.
ADEMAR AMARAL DE JESUS - C
243.093
07/02/2003
ANTÔNIO RODRIGUES DA COSTA
07/02/2003
ARTUR PAULO DA SILVA - S
2.144
07/02/2003
CLÁUDIO ATHAYDE SCHMITT - C
31.692
07/02/2003
FABIAN BARBOSA DE JESUS DA SILVA - S
3.662.596-5
07/02/2003
GECI TERESINHA BARBOSA SCHMITT - C
638.843
07/02/2003
INAH OLIVEIRA DA COSTA
07/02/2003
JOACIR JOSÉ JUVÊNCIO
07/02/2003
JOSÉ ROGÉRIO GOULART PILAR -
3.224.283
07/02/2003
LUÍS ROBERTO DA COSTA
07/02/2003
MARIA ELIZABETH DA COSTA
07/02/2003
MARIA ODETE DA COSTA
754.721-8
07/02/2003
MARINA GABRIELA BARBOSA SCHMITT
638.843
07/02/2003
NÉLSON JACOB BUNN - C
76.403
07/02/2003
ROGÉRIO GERÔNIMO MEDEIROS - C
593.873
07/02/2003
ROZÉLIA COSTA BARBOSA - S
.483.322
07/02/2003

QUEM É "SANTA BAKHITA"?

BAKHITA, MULHER NEGRA, ESCRAVA, SANTA
TRADUÇÃO DE THEREZA CHRISTINA STUMMER. ED. CIDADE NOVA, VARGEM GRANDE PAULISTA (SP), 140 x 200, 194 PP. POR R. I. ZANINI EM "PERGUNTE E RESPONDEREMOS" - PÁGINAS 518 A 521 OU www.lumenchristi.com.br

EM SÍNTESE: Após breve esboço biográfico de Santa Bakhita, sudanesa, escravizada, liberta e santa, o presente artigo descreve o milagre decisivo para a Canonização de Santa Bakhita, ocorrido em Santos (SP), assim como outras graças obtidas por intercessão da Santa. Esses dados merecem relevo numa época em que se apregoa a igual dignidade de todos os seres humanos.

* * *

O jornalista italiano Roberto Ítalo Zanini publicou a biografia de Santa Bakhita, recém-canonizada pelo Santo Padre João Paulo II, tendo cuidadosamente investigado a documentação respectiva. O livro é um eloqüente testemunho do valor da pessoa humana independentemente da raça, religião ou categoria social, é também preito de reconhecimento da África, menos prezada em séculos passados e, hoje ainda, perturbada por veementes golpes políticos.

Visto que já foi publicada uma resenha biográfica de Bakhita em PR 364/1992, pp. 410-421, vai, a seguir, apresentado breve esboço biográfico da Santa, ao qual se seguirão os relatos do milagre decisivo para a canonização (ocorrido em Santos, SP) e de outras graças obtidas por intercessão de Santa Bakhita.

QUEM FOI SANTA BAKHITA?

A Irmã Josefina Bakhita, do Instituto das Filhas da Caridade, fundado por Santa Madalena de Canossa, faleceu no ano de 1947 em odor de santidade. Nasceu no Sudão (África) em 1876. Desde os nove anos de idade, foi escrava, raptada por traficantes negreiros no Sudão mesmo; vendida algumas vezes, foi, por último, comprada por agente consular italiano em Cartum (Sudão); este levou-a para a Itália. Bakhita não quis voltar para a sua pátria, quando tentaram leva-la de novo para lá com seus patrões italianos.A Justiça da Itália, interpelada pelo Cardeal-arcebispo de Veneza, deu ganho de causa à jovem escrava, que assim conseguiu a sua emancipação. Bakhita (nome que os traficantes lhe haviam dado) era animista; na Itália conheceu o Catolicismo, que passou a admirar. Pediu o catecumenato e o Batismo; após o quê, levada ainda pela graça de Deus, solicitou admissão no Instituto das Canossianas. Professou em 1896. Passou o resto de sua longa vida religiosa quase sempre no Convento de Schio (Vicenza), onde trabalhou como porteira, sacristã, costureira, cozinheira... dando admiráveis exemplos de paciência, zelo missionário, amor a Deus e ao próximo. Faleceu aos 8 de fevereiro de 1947. Seu processo de Canonização, apoiado por um milagre bem definido, possibilitou a Beatificação de Irmã Josefina Bakhita aos 17 de maio de 1992 sob Pontificado do saudoso Papa João Paulo II. Foi um ato de reconhecimento público das virtudes de uma humilde filha do Sudão, que sofreu durante anos a fio na condição de escrava.

O SINAL DECISIVO PARA A CANONIZAÇÃO

O milagre decisivo ocorreu dez dias após a Beatificação de Bakhita. É notório que, para proclamar um Santo ou um Bem-aventurado, a Igreja exige, entre outras coisas, a ocorrência de um milagre obtido por intercessão da pessoa em pauta. Trata-se habitualmente de curas. A fim de ser considerados sinais de Deus em favor da santidade do (a) candidato (a), os peritos procuram averiguar se existe alguma explicação científica para o pretenso milagre. Caso tal não exista e os efeitos da cura sejam duradouros, a Igreja crê que Deus se manifestou de tal maneira em prol da santidade do (a) candidato (a) em foco. A Igreja não se empenha por descobrir e proclamar milagres, como se estes fossem essenciais na vida de um cristão, mas reconhece os feitos extraordinários que sejam comprovados por peritos isentos de qualquer preconceito. Canonizar alguém implica dizer ao povo de Deus que tal ou tal irmão ou irmã é modelo de vida - proclamação esta que a Igreja não pode fazer levianamente ou sem sólida base oferecida pelo próprio Deus.

EIS O CASO DECISIVO NO CASO DE SANTA BAKHITA

Impressionante é a história de Eva da Costa. Nascida em Iguape, no Estado de São Paulo (Brasil) no dia 1o de janeiro de 1931. Aos doze anos deixa a família para ir ganhar a vida como empregada doméstica e faxineira. Aos dezenove anos, casa-se com Yoziro Onishi. Nascem quatro filhos, dois meninos e duas meninas, que ficam sob sua guarda depois do desquite do casal.

Para criar os filhos e deixa-los estudar, Eva trabalha dia e noite, com graves conseqüências para a sua saúde, já minada pelo diabetes melito. Em 1976, no seu local de trabalho, cai em coma por excesso de açúcar no sangue. Em 1980, sempre enquanto trabalha em uma firma, começam os primeiros sintomas de uma grave moléstia degenerativa que lhe atinge inicialmente a perna esquerda e, em seguida, a direita: uma intensa ardência na barriga da perna, a qual aos poucos vai perdendo a cor.

Os meses passam, e a ardência se transforma em grandes feridas com pus e inchaço. Eva tem pouco dinheiro e muitos problemas para resolver em família. Trabalha e não tem tempo para se tratar. Quando o mal-estar se torna insuportável, ela vai ao Pronto-Socorro de um hospital, onde o médico de plantão lhe receita uma pomada cortisona, que se revela inútil. O médico do hospital municipal faz este diagnóstico: "eczema e dermatite micótica, com patologia de fundo diabetes melito". Para outro médico, trata-se de "eczema infectado". Um diagnóstico de um especialista, feito em 1991, aponta: "Ulcerações infectadas os membros inferiores em paciente com insuficiência crônica da circulação venosa, obesidade e hipertensão arterial". O prognóstico é grave e prevê a amputação da perna direita, porque surgem os primeiros sinais de gangrena. Em ambas as pernas, as feridas são tão profundas que deixam aparecer o osso.

Eva da Costa está desanimada. As pomadas, compradas com as suas poucas economias, de nada adiantam e, num momento de desespero, ela as joga fora. Deveria ser internada, mas continua a trabalhar, por necessidade.Estamos em abril de 1992. Ela ainda não sabe, mas tudo vai mudar na sexta-feira, dia 24, quando recebe a visita de uma irmã da comunidade canossiana de Santos: Chama-se irmã Regina dos Santos, que visita os doentes conhecidos. Eva recebe-a, conta-lhe as suas tribulações e mostra-lhe as pernas. A religiosa fica impressionada. "Dava repugnância ver a barriga das pernas", lembra mais tarde, "em especial as feridas da perna direita, onde aparecia o osso".

Irmã Regina não encontra nada de melhor a fazer a não ser convidar Eva a ir às quartas-feiras de oração que o "grupo de mulheres da terceira idade" havia organizado na catedral, como preparação e agradecimento da beatificação da Madre Josefina Bakhita. Trata-se de uma novena que acontece todas as quartas-feiras, de 29 de abril a 24 de junho. Em cada encontro, irmã Regina lê alguns episódios da vida da santa sudanesa, e depois reza-se o terço, e a oração de intercessão que ainda consta no verso dos santinhos de Bakhita.

Eva está mal e nem sempre consegue participar da oração. Mas, na quarta-feira 27 de maio, ela vai. A religiosa lê os episódios que relatam torturas sofridas por Bakhita, as surras, a tatuagem, o torcimento dos seios... Eva da Costa fica impressionada e comovida ao ouvir aqueles sofrimentos muito semelhantes aos seus que, instintivamente, leva as mãos às feridas das pernas e, em silêncio, reza, suplica, pede ajuda humildemente: "Bakhita, você sofreu tanto, por caridade, me ajude, cure as minhas pernas, por caridade!"

Mal termina de fazer a oração, a dor e a ardência desaparecem. Esquiva como sempre foi, Eva não diz uma palavra a respeito a ninguém.Mas quando chega em casa, seu filho mais novo, Sidney, nota que a mãe se comporta como se já não tivesse problemas nas pernas. Ele lhe faz perguntas, e ela lhe conta o que aconteceu durante a oração na catedral. Os dois não formulam nenhuma hipótese. Mas quando, nas vinte e quatro horas seguintes, as feridas se fecham e a pele volta a cobrir a barriga da perna, eles acreditam no milagre, mas continuam a não dizer nada a ninguém.

Na quarta-feira seguinte, 3 de junho, ela volta à novena, na catedral. Aguarda o fim da oração e chama irmã Regina de lado, mostrando-lhe as pernas curadas. A irmã, que se lembra bem do que havia visto apenas algumas semanas antes, começa a lhe fazer perguntas, mas é distraída por algumas mulheres que a chamam para tratar de outros afazeres.

Eva volta à novena na quarta-feira seguinte. Na igreja estão as quase oitenta mulheres do grupo da terceira idade e muitas pessoas que estão ali por acaso ou que vieram para ouvir falar da nova bem-aventurada africana. Está presente também a conselheira-geral das canossianas, irmã Maria Luisa Leggeri, que fala com muito fervor de Bakhita, da sua vida maravilhosa e das muitas graças e milagres que, por sua intercessão, acontecem no mundo inteiro. Levada por tamanho entusiasmo, Eva da Costa levanta-se, conta a sua história e mostra as pernas curadas.

1. OUTRAS GRAÇAS

São inúmeras as graças obtidas por intermédio da oração em favor de terceiros que não sabem de nada. Maria Pozan relata uma delas, referente a uma mulher de Schio que, ao contar a uma canossiana o seu sofrimento por causa do marido afastado da fé, recebe o conselho de colocar embaixo do travesseiro dele um santinho de Bakhita. Pois bem, na mesma noite, o marido vê em sonho Bakhita, que lhe sorri e faz sinais com a mão. O sonho se repete, idêntico, na noite seguinte. Ele fala, então, a respeito com a mulher, perguntando o que a madre Moretta ( moretta, em italiano, significa: moreninha, negrinha, pretinha) poderia querer dele. A mulher aproveita a oportunidade e afirma: "Ela quer a sua conversão". O homem decide, então ir se confessar e, como frisa Maria Pozan, continua perseverando.

Eis um outro relato de cura, feito pelo doutor Masimino Bertoldi, médico titular do município de Schio e médico da Bakhita durante os últimos meses de sua vida. Trata-se da cura de sua filha, internada havia meses na Casa de Saúde "Cidade de Milão", em Milão (estamos em 1953-54), em virtude de algumas operações no abdômen que não tiveram o resultado esperado. A febre não cede, e o quadro clínico piora. O doutor Masimino, ao fazer uma visita médica ao Instituto da via Fusinato, fala com a Superiora, que o aconselha a dar à filha um santinho de Bakhita com uma relíquia, que deve ser colocado sobre a parte doente, aconselhando-a também a rezar intensamente. "Minha filha seguiu o conselho e, no mesmo dia, a febre cessou". O cirurgião retirou o dreno, e a fístula começou a granular de baixo para cima, até fechar. O próprio cirugião que tratava dela, ao ver o quadro tão rapidamente mudado, disse: "Parece quase um milagre". Com o passar do tempo, foi constatada a cura definitiva da fístula" (obra citada pp. 189-198).

O CORAL ESCOLHEU O NOME DE "SANTA BAKHITA" POR QUÊ?

Além da razão de ser BAKHITA MULHER, NEGRA, ESCRAVA E SANTA , a data de sua morte, 8 de fevereiro de 1947, ( dia que o cristão considera o nascimento para a eternidade), sem que ninguém do grupo soubesse da existência dessa figura,até então, na véspera, dia 7 de fevereiro de 2003 (56 anos depois de sua morte) numa sexta-feira, às 20 horas, numa sala de Catequese da Catedral Diocesana de Lages, reuniu-se o CORAL para o primeiro encontro e ensaio. Após algumas semanas de ensaio, na busca de normatizar o grupo, o Professor Nélson Jacob Bunn entregou a cada coralista uma cópia da história de Santa Bakhita, acima transcrita, inclusive foto da santa obtida na internet.

Não houve contestação. Por unanimidade foi aprovado o nome de Santa Bakhita para o grupo coral. . Até houve quem reconhecesse mais uma intervenção de Santa Bakhita para que em véspera de seu onomástico (7 de fevereiro) acontecesse a primeira reunião do grupo afro com expressão musical. Destarte, surgiu o CORAL SANTA BAKHITA DA RAÇA NEGRA DE LAGES.

O CORAL SANTA BAKHITA ALÉM DE SER UM DEPARTAMENTO DA SOCIEDADE MUSICAL LAGEANA, É FILIADO À LIGA CULTURAL ARTÍSTICA ALTO URUGUAI. PARTICIPA DE EVENTOS FOLCLÓRICOS NA LIGA E FORA DELA, COMO EM EVENTOS DA "CONSCIÊNCIA NEGRA", SEMINÁRIOS E FESTIVIDADES DO CLUBE "CRUZ E SOUZA" DA COMUNIDADE NEGRA LAGEANA. COM EXCEÇÃO DA PRESENÇA DO REGENTE, A PRESENÇA DE COMPONENTES NÃO NEGROS, EXEMPLIFICA A MISCIGENAÇÃO DE RAÇAS, QUE NO PRESENTE CASO REPRESENTA CASAMENTO ENTRE ETNIAS DIFERENTES.

 

Josefina Bakhita

SANTA BAKHITA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Preparativos com as partituras antes da apresentação em Otacílio Costa.

 

 

 

 

 

 

 

Apresentação em Lages.

 

 

O pequeno cantor com suas roupas típicas no Teatro Marajoara em Lages.

 

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO DO GRANDE CORAL - MAIS OU MENOS 200 VOZES - NO PROJETO BRILHO DE NATAL , ONDE TODOS OS CORAIS OU "CANTÓFILOS" DE LAGES SÃO CONVIDADOS E SE APRESENTAM NO ENCERRAMENTO DO PROJETO DENOMINADO BRILHO DE NATAL.

 

Regente: Nélson Jacob Bunn

EM SEU REPERTÓRIO FIGURAM MÚSICAS E RITMOS AFRICANOS ENTRE OUTRAS. CONTUDO, SE ALGUM INTERNAUTA DISPUSER DE PARTITURAS PARA CORAL COM DIFICULDADES MÍNIMAS OU MÉDIAS DE EXECUÇÃO, FAVOR INFORMAR CUSTOS E ENDEREÇAR A: Nélson Jacob Bunn - Rua da Paz, 286 - Caixa Postal, 682 - 88.508-510 - LAGES - SC e/ou CE: nelson.bunn@terra.com.br

Informações de outros corais regidos por Nélson Jacob Bunn

   
Frei Bernardino
Circolo Italiano de Lages
Municipal Santa Catarina
Comunitário UNIPLAC
SOL
Santa Bakitha

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