Coral Frei Bernardino da Sociedade Musical Lageana

CORAL FREI BERNARDINO, DIANTE DA CATEDRAL DIOCESANA DE LAGES. DESDE 1982 FILIADO À LIGA CULTURAL ARTÍSTICA ALTO URUGUAI

Embora, preexistente, relata o livro de atas que a fundação oficial ocorreu em data de 22 de novembro de 1943, Dia de Santa Cecília, Padroeira da Música. Inicialmente, denominava-se CORAL SANTA CECÍLIA DA CATEDRAL DE LAGES (SC).

Frei Bernardino Bortolotti, OFM (Ordem dos Frades Menores) - Franciscano, nascido em 7 de julho de 1896, em Descalvado - Campinas - no Estado de São Paulo, ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1921. Foi músico compositor, organista e regente, jornalista, secretário da Diocese de Lages. Secretário particular do primeiro Bispo de Lages, Dom Daniel Hostin - OFM - viajava com Dom Daniel desde os penhascos de Bom Jardim da Serra até o extremo Oeste de Santa Catarina, divisando com a Argentina. Todo esse território do Planalto Catarinense era a Diocese de Lages. Pois, esse sucinto biografado, Frei Bernardino foi o regente antes, durante e após a fundação do Coral SANTA CECÍLIA DA CATEDRAL DIOCESANA DE LAGES SC.

Precisamente, no dia 7 de abril - uma Quinta-Feira Santa - Dia da Instituição do Sacerdócio, de 1966, a Irmã Morte convocou Frei Bernardino para outras paragens ou páramos celestes. O Coral ficou acéfalo, sem regente.

Em julho do mesmo ano, 1966, em Assembléia Geral, por unanimidade, o CORAL SANTA CECÍLIA DA CATEDRAL DE LAGES (SC) decidiu alterar sua razão social para CORAL FREI BERNARDINO, em justa e merecida homenagem a seu fundador, compositor de quase meia centena de obras corais e para órgão.

No mesmo mês, os órfãos coralistas descobriram e convidaram o sacerdote, Frei Nélson Jacob Bunn, lotado como professor, no então, Colégio Diocesano de Lages, para seu regente. O mesmo aceitou a incumbência, sucedendo a renomada pianista Aleida Schweitzer, lageana, que havia prestado orientação ao Coral, por algum tempo.

Era vigente o regime militar, e a estréia de Frei Nélson Jacob Bunn, ocorreu no Cine Teatro Marrocos, na Semana da Pátria - (que ia do Dia do Soldado - 25/08 a 07/09) como regente do novel CORAL FREI BERNARDINO.

O Coral Frei Bernardino sofreu novo impacto, quando em julho de 1969, o sacerdote regente, Frei Nélson Jacob Bunn, requereu e obteve laicização do ministério sacerdotal. O Vigário da Catedral - um confrade franciscano destituiu o até então regente pelo simples motivo de ter-se afastado do ministério sacerdotal. Pois, era o primeiro sacerdote em Lages, a requerer e obter de Roma, dispensa dos compromissos religiosos.

Quando a direção da Catedral de Lages foi confiada ao clero secular, o Padre Davi Tramontini, procurou, agora, o Professor Nélson Jacob Bunn - laicizado - naquele momento, gerente de vendas da então, Lages S/A Automóveis, para reassumir a regência do CORAL DA CATEDRAL, no final de 1970.

Naquela ocasião, o Professor Nélson Jacob Bunn já havia aceito reger o Coral Martin Luther da Igreja Luterana, a Igreja do Galo em Lages. Função que perdurou por 14 anos. Ressalte-se que na Catedral Diocesana de Lages, o CORAL FREI BERNARDINO de 1970 a esta data é regido pelo Professor Nélson Jacob Bunn.

CORAL FREI BERNARDINO NO FINAL DA DÉCADA DE 60. Alguns deles, hoje componentes do Coral Santa Cecília da Catedral de Florianópolis

ou da Associação Coral de Florianópolis. Dois: o quarto e quinto da esquerda para direita na fila dos homens: Guilherme Krautler e Jacy Carlos de Freitas, ambos membros fundadores do coral em 1943, hoje integram o Grande Coral em outros paramos eternos.

 

CORAL FREI BERNARDINO NA DÉCADA DE 80, quando participante das Temporadas Oficiais de Concertos da Pró-Música de Florianópolis, além dos Festivais da Liga Cultural Artística Alto Uruguai..

CORAL FREI BERNARDINO NO INÍCIO DA DÉCADA DE 90.

Quem foi Frei Bernardino?

FREI BERNARDINO BORTOLOTTI, ofm

FUNDADOR e REGENTE DO C O R A L "SANTA CECÍLIA" DA CATEDRAL DE LAGES DE 1943 A +07/04/1966

Frei Bernardino Antônio Bortolotti nasceu no dia sete de julho do ano de 1896, na localidade de Descalvado, na, então, Diocese de Campinas no Estado de São Paulo. Seu pai era João Bortolotti e sua mãe, Dona Matilde Poma. No entanto, Antônio criou-se na cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. Foi na "Escola Gratuita São José" dos Padres Franciscanos em Petrópolis, que o mesmo sentiu-se vocacionado para vida religiosa.

Foi pelo ano de 1910, que Antônio veio para Blumenau e estudou no Colégio Santo Antônio, onde havia, paralelamente, um Seminário dos Padres Franciscanos. Em 20 de janeiro de 1915, vestindo o burel franciscano, fez seu ano de noviciado em Rodeio (SC). Ano seguinte, fez seus estudos de Filosofia no Seminário Maior Franciscano no Convento do Senhor Bom Jesus em Curitiba (PR). Fora em Petrópolis (RJ) que estudara como criança, agora retorna à Petrópolis para seus estudos de Teologia. Após o terceiro ano de Teologia, foi ordenado sacerdote na data de 17 de dezembro de 1921. Com mais um ano de Teologia, após a ordenação, foi destinado a trabalhar no novo Seminário Menor Seráfico Franciscano de Rio Negro (PR), precisamente na data de 13 de janeiro de 1923. Permaneceu em Rio Negro, precisamente por 14 anos, 7 meses e alguns dias.

Exata e inesperadamente, aos 30 dias do mês de agosto de 1938, Frei Bernardino aportava em Lages Veio para descansar e tratar da saúde. Mas, residiu em Lages 27 anos, 7 meses e 8 dias. Ocupou os mais diversos cargos e funções junto a Diocese, dirigida pelo seu confrade franciscano, Bispo Dom Daniel Hostin. A 22 de novembro de 1943, Frei Bernardino presidiu a Assembléia de Fundação do Coral Santa Cecília da Catedral de Lages. Verdade seja dita, o Coral Santa Cecília já preexistia. Compositor de peças para órgão, harmônio, arranjos orquestrais para as antigas novenas, ainda em Latim. Mais ou menos, meia centena de composições melódicas com arranjos corais, em Latim e, após o Concílio Vaticano II, na década de 60, suas composições e arranjos corais eram baseados em textos vernáculos. Sua produção após essa fase, conta com 2 missas ("Paz e Bem" e " Mãe Igreja" ) e composições com letras de salmos em Português.

Quando o autor destas linhas, (por idênticos motivos de saúde de Frei Bernardino) veio transferido do Rio de Janeiro para Lages, teve o privilégio de receber, em fevereiro de 1966, as visitas ilustres de Dom Daniel Hostin e Frei Bernardino. Em leito hospitalar, ultimou a composição da missa "Mater Ecclesiae" ( = Mãe da Igreja). vale recordar que nessa época, ocorriam profundas transformações na liturgia católica em decorrência do Concílio Vaticano II, que facultava o uso da língua vernácula nas liturgias. e essa missa Mater Ecclesiae é feita de alternância entre o povo e o coral nas partes fixas da missa. O falecimento de Frei Bernardino ocorreu em 7 de abril de 1966 e está sepultado no mausoléu dos padres franciscanos no cemitério Cruz das Almas em Lages.

Algumas composições de Frei Bernardino para coro, pesquisadas por Nélson Jacob Bunn

TÍTULO DA MÚSICA
PARA CORO........

À SANTA PADROEIRA DE LAGES
2 VOZES

À VIRGEM MARIA
MELODIA

A VÓS, SENHOR, OFERECEMOS - OFERTÓRIO
4 VOZES MISTAS

ACLAMAI AO SENHOR - SALMO 99 -
4 VOZES MISTAS

ANTONI BEATISSIME
4 VOZES IGUAIS

BÊNÇÃO DE MÃE : DAÍ-ME, Ó MARIA
4 VOZES MISTAS

ESPERO TER A DITA NO CÉU NA PÁTRIA SANTA
2 VOZES

EU CREIO EM TI, SENHOR
4 VOZES MISTAS

EU CREIO EM VÓS, VERDADE ETERNA
4 VOZES MISTAS

GLÓRIA AO PAI DOS HOMENS
4 VOZES MISTAS

JUBILATE DEO - EM LATIM - SALMO 99
4 VOZES MISTAS

JUROU O SENHOR - SALMO 109
4 VOZES MISTAS

LOUVAI O SENHOR -
4 VOZES MISTAS

MINHA TERRA TEM PALMEIRAS
4 VOZES IGUAIS

MISSA "MATER ECCLASIAE" - EM PORTUGUÊS COM PARTES DE PARTICIPAÇÃO DO POVO - MAL ACABADA NO LEITO DO HOSPITAL ONDE FALECEU EM 7 DE ABRIL DE 1966.
3 VOZES IGUAIS

MISSA "PAZ E BEM" - EM PORTUGUÊS COM ACOMPANHAMENTO DE ÓRGÃO COM PARTICIPAÇÃO DO POVO.
3 VOZES IGUAIS

Ó ANJOS CELESTES
4 VOZES MISTAS

Ó SALVE, IMACULADA
4 VOZES MISTAS

PANGE LINGUA E TANTUM ERGO
4 VOZES IGUAIS

RECEBEI, SENHOR - OFERTÓRIO
4 VOZES MISTAS

SENHOR, MEU DEUS - OFERTÓRIO
4 VOZES MISTAS

SENHOR, VOS OFERTAMOS - OFERTÓRIO
4 VOZES MISTAS

SIM, IREI, SENHOR ATÉ O VOSSO ALTAR
4 VOZES MISTAS

TANTUM ERGO
4 VOZES MISTAS

VAMOS TODOS À CASA DE DEUS
4 VOZES MISTAS

VIRGEM DOS PRAZERES
2 VOZES

PEÇAS DE FREI BERNARDINO PARA ÓRGÃO EM COEDIÇÃO DE OUTROS CONFRADES FRANCISCANOS. LIVRO EDITADO EM BUENOS AIRES.
PEÇAS PARA ÓRGÃO

DISPOMOS DE ARQUIVOS COM ORQUESTRAÇÃO INSTRUMENTAL E CORO DE ANTIGAS INTRODUÇÕES ÀS NOVENAS EM LATIM: VERBI GRATIA: "DEUS IN ADJUTORIUM MEUM INTENDE..." E SIMILARES.
EM ORIGINAIS MANUSCRITOS

II - Por que o nome de "Coral Frei Bernardino"

A sete de abril de 1966, o CORAL SANTA CECÍLIA da Catedral Diocesana de Lages, viu-se órfão de regente. Em emergencial situação, o Professor Evaldo Hemkmeier, conduzia o Coral Santa Cecília. Até a conhecida pianista lageana, Aleida Schweitzer, em férias de julho, deu assistência ao Coral Santa Cecília. Em agosto de 1966, o Coral Santa Cecília convidou o signatário destas linhas para assumir os ensaios e a regência do Coral. A estréia, com o novo regente, ocorreu, a 25 de agosto de 1966, no Cine Marrocos, por ocasião do Dia do Soldado - Duque de Caxias - recorde-se o regime de 64.

No mesmo ano, em novembro de 1966, comemorava-se o Bicentenário de Fundação de Lages. Por desavenças políticas entre a Administração Municipal de Lages e a Mitra Diocesana, sobre questões de propriedades de terras de prístinas eras, a comemoração religiosa divorciou-se de qualquer comemoração do Poder Público. A comemoração religiosa contou com a incorporação do Coral da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário e sua Banda Musical da Congregação Mariana da mesma Paróquia, atritados com novo Vigário que assumira a citada Paróquia. Foi uma celebração memorável, quando a Missa Igreja Mãe (em Português) de Frei Bernardino com acompanhamento da deserdada Banda "Cidade de Lages" da Paróquia do Rosário comemorou o bicentenário. Até Letra e Música ad hoc, o signatário compôs para o mencionado evento.

No mesmo ano de 1966, em Assembléia Geral do Coral Santa Cecília, seus membros, por unanimidade, aprovaram alterar a razão social de Coral Santa Cecília para CORAL FREI BERNARDINO, cujo sexagenário comemoramos.

Seja com o nome de Coral Santa Cecília ou Frei Bernardino, esse Coral - não caberia neste espaço citar - apresentou-se no Rio Grande, em Porto Alegre, em dezenas de cidades catarinenses e paranaenses. Várias vezes em Florianópolis. Desde 1981 é integrante da Liga Cultural Artística Alto Uruguai.

Desde 1972 o Coral Frei Bernardino agregou-se à Sociedade Musical Lageana, como Departamento.

Até há poucos anos, tínhamos em nosso convívio vários componentes que assinaram a ata de fundação do Coral Santa Cecília em 22 de novembro de 1943: Guilherme Krautler, Jacy Freitas, Valdir Schweitzer, Otávio Rafaeli e/ou outros que não mais estão em nosso meio, vivendo em Lages ou, a maioria em outras plagas.

QUEM É O REGENTE?

NÉLSON JACOB BUNN - REGENTE DO CORAL FREI BERNARDINO DESDE 1966

Tendo feito seus estudos em seminários menores franciscanos de Luzerna (sc), Rio Negro (pr) e Agudos (sp), Nélson Jacob Bunn ingressou na Ordem Franciscana, estudou Filosofia em Curitiba (pr), Teologia em Petrópolis (rj), onde ordenou-se sacerdote em janeiro de 1959. exerceu o ministério em Rodeio (sc), Rio de Janeiro (rj), Pato Branco (pr), Guaratinguetá (sp), São João do Meriti (rj) e Lages (sc). Desde o primeiro seminário menor, Nélson sempre integrou os corais existentes nos Seminários. Bem como instrumentista de banda e orquestra. em Petrópolis, integrando o naipe de vozes masculinas, participou, por 4 anos, do coral de meninos cantores ou "Canarinhos" de Petrópolis.

Foi regente dos corais da Igreja Matriz de Rodeio (sc), do São Pio X, em Duque de Caxias (rj), fundador e regente do coral infantil polifônico do Seminário Frei Galvão de Guaratinguetá (sp) e da Matriz de São João do Meriti (rj).

Em janeiro de 1966, Frei Nélson Bunn veio convalescer em Lages, de grave enfermidade contraída no Rio de Janeiro , para junto de seus familiares residentes no bairro Coral em Lages.

Foi nessa situação de convalescente que Frei Nélson Bunn recebeu, na residência de seus pais, no mês de fevereiro de 1966, as visitas ilustres de Dom Daniel Hostin, Bispo diocesano de Lages e Frei Bernardino Bortolotti. poucas semanas após, Frei Bernardino foi internado no hospital Nossa Senhora dos Prazeres, onde faleceu a 7 de abril de 1966.

Nas férias de julho, membros do Coral Santa Cecília da Catedral de Lages, com líderes como Zuleima Laus de Souza, Maria do Carmo Gil, Guilherme Krautler, Jacy de Freitas, Waldir Schweitzer, Inês Dexheimer, Maria Engracia Dexheimer, Otávio Rafaeli e outros solicitaram ao Frei Nélson Bunn para assumir a regência do coral. Interinamente, a pianista Aleida Schweitzer havia feito alguns proveitosos ensaios, inclusive brindando com uma composição em cima de letra de Vera Vargas e música de Aleida Schweitzer sob o título DE LAGES, CAPITAL MUNDIAL DO PAPEL.Frei Nélson Bunn assumiu a regência do Coral Santa Cecília da Catedral em julho de 1966. Em janeiro de 1969, após 10 anos de ministério, Frei Nélson Bunn encaminhou à Roma, requerimento de redução do estado clerical para o de laicização. Em junho do mesmo 1969, o requerimento foi deferido.

E porque este processo de laicização era inédito na Diocese de Lages, o ex-Frei Nélson, passou a denominar-se, civilmente, Nélson Jacob Bunn. e algumas conseqüências advieram, como:

1 - Impedido de continuar a lecionar no, então, Colégio Diocesano.

2 - Sendo a Catedral administrada pelos ex-confrades franciscanos, também, foi o cidadão Nélson Jacob Bunn afastado da regência do coral Santa Cecília da Catedral. Neste ínterim, o Coral Santa Cecília havia aprovado, em assembléia geral, alterar a razão social de coral Santa Cecília para CORAL FREI BERNARDINO, em homenagem póstuma ao seu primeiro regente-fundador.

Pouco depois, Nélson Jacob Bunn foi admitido como gerente de vendas da então, Lages S/A Automóveis. Em seu trabalho, foi procurado pelo pastor João Wunderlich, da Igreja Luterana, a Igreja do Galo, para reger o coral da mesma comunidade. Lá exerceu, por 14 anos a regência do Coral Martin Luther.

Na mesma década de 1970, Doutor Murad Mussi Sobrinho, convidou-o para reger a Orquestra Sinfônica da Sociedade Musical Lageana. sociedade essa fundada em 3 de outubro de 1959. Pouco depois, por manipulação do mesmo Doutor Murad, foi Nélson Jacob Bunn eleito presidente da Sociedade Musical Lageana. Na condição de presidente da Sociedade Musical Lageana, procedeu-se a integração do Coral Frei Bernardino como Departamento da Sociedade Musical Lageana. Outras entidades culturais tiveram suas origens na Sociedade Musical Lageana, principalmente, à época da Lei Sarney.

Ainda na mesma época, a administração da Catedral passou para o clero secular. e foi o Padre Davi Tramontini, (in memoriam) quem veio à então, Lages S/A Automóveis , convidar o cidadão Nélson Jacob Bunn para reassumir a regência do coral - agora denominado - Coral Frei Bernardino. Desde então, permanece regente do coral FREI BERNARDINO. Pelos idos de 1980, a Prefeitura de Lages contratou-o para formar um grande coral de crianças das escolas municipais do perímetro urbano com o objetivo de exibir um coral de mil vozes infantis por ocasião do Natal.

Incontáveis vezes o citado compôs o corpo de jurados em festivais de composições, interpretações de música e canto.

Assumiu por vários anos, desde a fundação do Coral Italiano do Circolo Italiano. fundou também o Rosenkrantz, um coral folclórico de alemães, infelizmente, de efêmera existência. O Coral Oficina do Colégio Industrial; o Coral Dom Daniel do CIS; O Coral Pequenos Girassóis da Escola de Educação Básica Mélvin Jones; o Coral Infantil do Colégio Santa Rosa de Lima; o Coral da UNIPLAC, após reiteradas tentativas. Desde 1994, regente fundador do CORAL SOL (Sociedade Orfeônica Lageana) departamento da Sociedade Musical Lageana, coral só de vozes masculinas, na preservação do canto gregoriano, músicas latinas e folclóricas.

SEXAGÉSIMO ANIVERSÁRIO DO CORAL FREI BERNARDINO (I)

Nélson Jacob Bunn - Prof. De Filosofia e Sociologia da UNIPLAC

 

Dia 23 de novembro de 2003 - Festival da Classe B2 da Liga Cultural Artística Alto Uruguai em comemoração aos 60 anos de fundação do Coral.

MARCOS ANTÔNIO CORREIA - regente do Coral Universitário FAFI de União da Vitöria - NILSO DILO DE SOUZA- regente do Coral Municipal de Piçarras representantes dos corais novos filiados à Liga entregam ao Maestro Nélson Jacob Bunn um Certificado de MENSÃO HONROSA pelos elevados préstimos à cultura e na formação de cantores.

Momentos na festa de confraternização, almoço e entrega de certificados.

 

Relação corais

Informações de outros corais regidos por Nélson Jacob Bunn

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