1956 - 2006 - 50 ANOS

 

Modelo de projeto para montar um Coral.

Não existe um modelo definitivo.

Sugestão para se criar um coro de empresa.


Dados importantes:
1. - A importância de se Ter um coral
2. - Quadro de participantes
3. - Repertório
4. - Espaço físico, ensaios
5. - Acompanhamento instrumental
6. - Equipe
7. - Outras Funções
8. - Remuneração
9. - Curriculum Vitae.
1. - Justificativa
1.1 - Imagem: A implantação de um grupo coral tem reflexos positivos na ima-gem da empresa (cidade), uma vez que esta pode utilizar o grupo coral não somente para os eventos do calendário oficial do Município mas também di-vulga-lo de uma forma mais ampla. Colaboradores que formam grupos corais são, por natureza, vocacionados para o voluntariado, atitude e ação que cres-ce em importância dentro das instituições.
1.2 - Estímulo. A atividade coral visa, dentre outros objetivos, estimular os seres humanos a desenvolverem talentos ou habilidades além do seu ambiente de convivência diária. Despertar a liderança, comunicação, (respiração e expres-são verbal corretas) e apresentação em público dentre muitas outras. Participar de encontros, festivais, cursos que são organizados por ligas de corais é uma fonte de riqueza e uma troca de informações constantes elevando a auto-estima das pessoas. Conhecer atividades desenvolvidas nos outros lugares, municípios.
1.3 - Antiestresse. Quem participa confirma! O canto coral funciona como ver-dadeiro agente contra o cansaço a fadiga, (stress) , proporcionando a melho-ria da vida, no desempenho das rotinas e na motivação dos colaboradores, a partir do momento que exercitando a atividade, o canto age e tem poder divino de atenuar os males e problemas da vida moderna. Ninguém canta quando está infeliz.
1.4 - Democracia. Um grupo coral não é necessariamente formado por colabo-radores de uma mesma instituição. É uma ótima oportunidade, inclusive, para a integração da família e das mais diferentes camadas sociais.
1.5 - Competência. O Canto Coral desenvolve uma das competências mais requisitadas hoje nas mais diversas organizações de trabalho em grupo. O co-ral não só estimula mas estabelece uma série de posturas e comportamentos que deveriam ser seguidos no ambiente: trabalho em equipe, ajuda mútua, respeito às regras e aos limites e, principalmente, a consciência de que o re-sultado do todo é muito mais importante do que trabalhos isolados.
2. - Quadro de participantes.
· Um coral misto a quatro vozes é interessante se compor de 25 a 40 cantores numa média de 40 cantores, (20 homens e 20 mulheres aproximadamente po-dendo incluir jovens).
· Para coral Masculino 20 a 40 homens.
· Para coral feminino 20 a 40 mulheres.
· Para coral infanto-juvenil 20 a 30 componentes de 10 a 15 anos.
· Para Grupo Folclórico é interessante entre 25 e 40 cantores numa média de Os números colocados para cada categoria pode variar e se trabalha com as ferramentas que estiver a disposição.
2.1 - experiência. Caso o voluntário interessado em participar do coral não tenha experiência, é necessário participar de um curso básico de canto coral até que o mesmo (ou grupo) tenha condições mínimas para cumprir com o proposto.
3. - Repertório. A partir do momento que se decide o qual tipo de coral quer se iniciar é importantíssimo traçar uma linha de atuação. Ex. Música popular bra-sileira, folclórica, sacra, erudito, pop, cênico etc. Este repertório deverá ser de competência do Maestro titular.
4. - Espaço Físico. Duas salas em torno de 40m2 cada uma. Um piano ou teclado para cada sala. Quadro de escrever, som com fita/cd e vídeo.
4.1 - Ensaios Para facilitar o turno de trabalho dos cantores é importante que se faça um ensaio pela manhã, tarde e noite de uma hora cada, e mais um ensaio geral de duas horas semanais.
4.2 - Apresentações - Fazer calendário pré estipulado para o ano. Em caso de apresentações ao ar livre, tomar o cuidado de utilizar recursos do som e uso de play-back.
4.3 - Contatos - É importante o coral estar associado no mínimo a uma Liga de corais participando como um incentivo e fonte de aprimoramento aos canto-res.
5. - Acompanhamento instrumental - pode ser ampliado com o acompa-nhamento de piano, Órgão eletrônico (teclado), banda, orquestra dependendo da categoria e de pessoas qualificadas.
6. - Equipe. - Maestro Titular, - maestro auxiliar, - pianista ou tecladista, - pre-parador vocal, - Fonoaudiólogo.
7. - Maestro Titular. Maestro que regerá e decidirá quanto a direção artística, assim também quanto a supervisão geral de toda a atividade dentro do coral.
7.1 - Maestro auxiliar - (indicação do maestro titular). Ensaiar os naipes e eventual substituição no impedimento do maestro titular e auxiliar no trabalho administrativo.
7.2 - Pianista/tecladista - O maestro titular definirá como e quando o mesmo atuará seja nos ensaios de naipes (em conjunto com o maestro auxiliar) ou apresentações.
7.3 - Preparador vocal - (indicação do maestro titular). Fazer o aquecimento e preparação vocal dos cantores de cada ensaio geral ou de naipe, assim como nas apresentações.
7.4 Fonoaudiólogo - Para fazer o acompanhamento mais detalhado de cada coralista com preferência de especialização em voz cantada.
7.0 - Outras funções - Funções voluntárias. O coral poderá compor uma dire-toria com coordenador, secretário, presidente, relações públicas.
8.0 - Remuneração -
· Maestro titular R$ ________
· Maestro auxiliar R$_______
· Pianista R$ ________
· Preparador vocal R$_______
· Fonoaudiólogo (tabela própria regida por seu conselho), normalmente a pre-feitura já tem um contratado.

9.0 - Curriculum Vitae.

Adaptação da Colaboração de:
Emanuel Martinez - maestro. Conheça mais sobre o autor e o lançamento de seu livro.

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